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	<title>Arquivos Sistemas &#8212; AGT Online</title>
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		<title>A febre do Vibe Coding: rápido de criar, difícil de sustentar</title>
		<link>https://agtonline.com.br/a-febre-do-vibe-coding-rapido-de-criar-dificil-de-sustentar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[adm_agt_@]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 12:12:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGT Online]]></category>
		<category><![CDATA[Criação de Sites]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Vibe Coding facilita criar sistemas com IA, mas pode esconder riscos sérios. Sem controle técnico, surgem problemas de segurança e manutenção.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2><strong>Vibe Coding: uma mudança real no desenvolvimento… mas que está sendo romantizada</strong></h2>
<p>O conceito de Vibe Coding surgiu como uma evolução natural do avanço da Inteligência Artificial no desenvolvimento de software. A proposta é direta: em vez de escrever código manualmente, o desenvolvedor descreve o que quer construir, e a IA gera a implementação.</p>
<p>Essa ideia traz uma mudança relevante. O foco deixa de estar no “como programar” e passa para o “o que construir”. O desenvolvedor passa a atuar menos como executor e mais como alguém que direciona, interpreta e valida soluções.</p>
<p>Até aqui, o conceito é consistente. O uso de IA para automatizar partes do desenvolvimento faz sentido e já vem trazendo ganhos reais de produtividade.</p>
<p>O problema começa quando essa mudança passa a ser tratada como uma simplificação do desenvolvimento de software — quando, na prática, ela não é.</p>
<h2>Programar não ficou mais simples — só ficou diferente</h2>
<p>Existe uma narrativa crescente de que o Vibe Coding torna o desenvolvimento mais acessível a qualquer pessoa. A ideia de que “agora qualquer um pode criar sistemas” ganhou força justamente porque a IA consegue gerar código funcional com facilidade.</p>
<p>Mas essa interpretação ignora um ponto essencial: o código pode até ser gerado mais rápido, mas o problema que ele resolve continua sendo complexo.</p>
<p>Desenvolver software nunca foi apenas escrever código. Sempre envolveu entender regras de negócio, pensar em estrutura, antecipar cenários e garantir que o sistema funcione de forma confiável ao longo do tempo.</p>
<p>Nada disso desapareceu.</p>
<p data-start="260" data-end="319">Ou seja, mesmo com IA, o desenvolvimento continua exigindo:</p>
<ul data-start="320" data-end="433">
<li data-section-id="1h3sm2u" data-start="320" data-end="357">entendimento de regras de negócio</li>
<li data-section-id="1is41p2" data-start="358" data-end="386">definição de arquitetura</li>
<li data-section-id="1q8lrpr" data-start="387" data-end="408">validação técnica</li>
<li data-section-id="nvs8hm" data-start="409" data-end="433">visão de longo prazo</li>
</ul>
<h2>A falsa sensação de domínio</h2>
<p>Um dos efeitos mais perigosos do Vibe Coding é a sensação de controle que ele gera.</p>
<p>Ao conseguir criar algo funcional rapidamente, é natural assumir que o sistema está “resolvido”. Mas, na prática, muitas das decisões técnicas continuam ali — só que invisíveis para quem não tem conhecimento para identificá-las.</p>
<p>O resultado é um cenário comum: sistemas que parecem simples na superfície, mas que escondem uma complexidade que ninguém está realmente controlando.</p>
<p>E isso, em ambiente de produção, é um risco.</p>
<p data-start="522" data-end="562">Na prática, isso costuma se traduzir em:</p>
<ul data-start="563" data-end="741">
<li data-section-id="8xhnff" data-start="563" data-end="606">falhas que não são detectadas no início</li>
<li data-section-id="1f712tr" data-start="607" data-end="647">comportamento inesperado em produção</li>
<li data-section-id="1mrp6l2" data-start="648" data-end="687">dificuldade para corrigir problemas</li>
<li data-section-id="mg71cm" data-start="688" data-end="741">dependência de algo que ninguém domina totalmente</li>
</ul>
<h2>O desenvolvedor continua sendo o ponto crítico</h2>
<p>O próprio conceito de Vibe Coding parte da ideia de colaboração entre humano e máquina. A IA executa, mas alguém precisa orientar, validar e corrigir.</p>
<p>Quando essa etapa é ignorada, o processo se quebra.</p>
<p>Código gerado sem revisão adequada pode carregar inconsistências, decisões inadequadas ou simplesmente soluções que funcionam em um cenário limitado, mas não se sustentam no uso real.</p>
<p>Ou seja, o papel do desenvolvedor não desaparece — ele se torna ainda mais importante.</p>
<p>Porque agora não basta saber escrever código. É preciso saber avaliar código que você não escreveu.</p>
<h2>Abstrair a complexidade não elimina o problema</h2>
<p>Um dos pontos mais críticos do Vibe Coding é a forma como ele esconde a complexidade do sistema.</p>
<p>Ao interagir apenas com prompts e respostas, o desenvolvedor pode se afastar da implementação real. Isso facilita o início, mas dificulta o entendimento profundo do sistema.</p>
<p>E sistemas que não são bem compreendidos tendem a apresentar problemas quando precisam evoluir.</p>
<p>Com o tempo, surgem limitações, comportamentos inesperados e dificuldades de manutenção. E, em muitos casos, a solução passa a ser mais custosa do que teria sido construir corretamente desde o início.</p>
<h2>Velocidade sem critério vira problema</h2>
<p>Não há dúvida de que o Vibe Coding aumenta a velocidade de desenvolvimento.</p>
<p>Mas velocidade, sem critério, não é necessariamente um ganho.</p>
<p>Gerar código mais rápido significa também gerar erros mais rápido, acumular decisões não validadas mais rápido e criar sistemas frágeis em menos tempo.</p>
<p>O que parece eficiência no curto prazo pode se transformar em retrabalho no médio prazo.</p>
<h2>Conclusão: evolução real, mas com risco real</h2>
<p>O Vibe Coding não é uma moda vazia. Ele representa uma mudança importante na forma como software é desenvolvido e deve continuar evoluindo. Mas a forma como ele está sendo apresentado — como uma simplificação do desenvolvimento — é enganosa.</p>
<p>Programar não ficou mais fácil. Ficou diferente.</p>
<p>A complexidade continua existindo. A necessidade de validação continua existindo. A responsabilidade técnica continua existindo.</p>
<p>No fim, o risco não está na tecnologia, mas na forma como ela é utilizada, porque, em desenvolvimento de software, sempre existiu uma regra simples: quanto menos você entende o que está rodando, maior o problema quando algo dá errado.</p>
<p>E o Vibe Coding, se usado sem critério, aproxima exatamente desse cenário.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>A IA Vai Dispensar a Necessidade de Programadores e Engenheiros de Software?</title>
		<link>https://agtonline.com.br/a-ia-vai-dispensar-a-necessidade-de-programadores-e-engenheiros-de-software/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[adm_agt_@]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 May 2025 17:23:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Web]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A não ser que você viva em uma ilha deserta, com certeza já ouviu falar bastante sobre inteligência artificial e como ela ameaça inúmeras profissões,...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A não ser que você viva em uma ilha deserta, com certeza já ouviu falar bastante sobre inteligência artificial e como ela ameaça inúmeras profissões, mudando o mundo como o conhecemos hoje, assim como as revoluções industriais fizeram no passado. E com a área de desenvolvimento não é diferente.</p>
<p>Sendo a AGT uma empresa voltada ao desenvolvimento de soluções na área web, é claro que este é um tema ao qual temos nos atentado desde o começo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Não há dúvidas que a inteligência artificial automatiza muitas atividades na área de programação:</strong></h2>
<ul>
<li>Automação de tarefas repetitivas: A IA pode lidar com tarefas demoradas, como geração de código, testes automatizados e análise de desempenho, permitindo que os desenvolvedores foquem em atividades mais criativas e estratégicas.</li>
<li>Melhoria na produtividade: Ferramentas de IA como ChatGPT ou Copilot podem sugerir trechos de código, corrigir erros e até ajudar na documentação, acelerando o processo de desenvolvimento.</li>
<li>Testes mais eficientes: A IA pode criar cenários de teste automatizados, identificar falhas potenciais e executar testes de regressão de forma mais rápida e precisa.</li>
<li>Detecção de erros e vulnerabilidades: Algoritmos de IA podem analisar códigos em busca de vulnerabilidades de segurança e inconsistências, ajudando a construir aplicações mais seguras.</li>
<li>Assistência no design de aplicações: Ferramentas baseadas em IA podem gerar protótipos, designs visuais ou até interfaces de usuário de forma rápida, otimizando o fluxo do desenvolvimento.</li>
<li>Acesso a insights a partir de dados: A IA pode processar grandes volumes de dados para fornecer insights que ajudam na tomada de decisões sobre como projetar e melhorar as aplicações.</li>
</ul>
<h2></h2>
<h2><strong>Então podemos deixar tudo com a IA e resolver tudo na base do prompt, certo?</strong></h2>
<p>Bom, não é bem assim.</p>
<p>Na verdade, o uso da IA no &#8216;automático&#8217;, apenas pedindo pra gerar soluções e colocando no ar, não apenas causará &#8211; como já está causando &#8211; problema sérios no universo da programação e da engenharia de software.</p>
<h2><strong>Alguns problemas que já estão acontecendo</strong></h2>
<p><strong>Falhas de Segurança:</strong> Um estudo recente revelou que aproximadamente 35,8% dos trechos de código gerados pelo GitHub Copilot apresentavam falhas de segurança, independentemente da linguagem de programação utilizada.</p>
<p><strong>Vulnerabilidades:</strong> Outro estudo empírico examinou 733 trechos de código gerados por ferramentas de IA, como o GitHub Copilot, em projetos hospedados no GitHub. Os achados foram preocupantes:​</p>
<ul>
<li>29,5% dos trechos em Python e 24,2% em JavaScript continham fraquezas de segurança.</li>
<li>As vulnerabilidades identificadas abrangem 43 categorias do Common Weakness Enumeration (CWE), incluindo Uso de valores aleatórios insuficientemente seguros (CWE-330), controle inadequado na geração de código (CWE-94) e Cross-site Scripting (XSS) (CWE-79)​</li>
</ul>
<p>Essas falhas foram encontradas mesmo quando os desenvolvedores solicitavam explicitamente código seguro, indicando que a IA pode replicar padrões inseguros presentes nos dados de treinamento.</p>
<p><strong>Alucinações de Código:</strong> Geração de Funções InexistentesAs chamadas &#8220;alucinações&#8221; ocorrem quando a IA gera código que parece plausível, mas é incorreto ou inexistente. Por exemplo, o ChatGPT pode sugerir funções ou bibliotecas que não existem na linguagem de programação ou no contexto atual, levando a erros difíceis de depurar. ​</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Porque é mais fácil a IA se aliar ao programadores &#8211; e não eliminá-los</strong></h2>
<p><strong>1.</strong> A IA não é tão boa em considerar contexto. Uma coisa é seu cliente pedir: &#8220;Gostaria de uma página que mostre o histórico de compras dos meus clientes.&#8221; Então a IA cria essa página funcional que mostra uma tabela com colunas como: ID da compra, Data, Valor, Produto.</p>
<p>OK. Porém um programador experiente consideraria aspectos como negócio, usabilidade, relacionamento com cliente, etc. Então ele perguntaria:</p>
<p>“O cliente final vai ver essa página? Então precisa estar adaptada para mobile?”</p>
<p>“Esses dados devem ser mostrados em ordem decrescente por data?”</p>
<p>“Precisa exibir também o status da compra (entregue, em andamento, cancelada)?”</p>
<p>“Devo incluir links para visualizar ou repetir uma compra?”</p>
<p>“E quanto à segurança? Só pode acessar o histórico estando logado?”</p>
<p>“Esse histórico deve considerar o relacionamento (ex: sugestão de produtos com base no histórico)?”</p>
<p>Isso mostra a visual macro que a IA ainda não tem.</p>
<p><strong>2.</strong> A ideia da &#8216;caixa-preta&#8217;. Quando um desenvolvedor programa um projeto do zero, ele precisa pensar em arquitetura dessa solução e projetar cada parte. Nisso, ele acaba entendendo como aquilo funciona &#8211; e consegue dar manutenção(não se engane, todo projeto vai precisar de manutenção em algum momento). E é aí que usuários que utilizam a IA de forma automática &#8211; sem entender como funciona por dentro &#8211; podem ter problemas. Eles não vão conseguir gerar um fix quando um problema ocorrer &#8211; ou terão bastante dificuldade. A própria IA às vezes se perde em aplicar fixes no próprio código. Eu mesmo, há algumas semanas, pedi pro ChatGPT criar uma aplicação simples de cadastro e login em Java. Descrevi detalhadamente o que queria no prompt e pedi pra gerar. Não só ele gerou faltando muita coisa(que eu havia expressamente pedido) &#8211; como quando pedi pra arrumar o que faltou, ele não conseguiu.</p>
<p><strong>3.</strong>  Código Legado &#8211; IAs são boas em gerar código, mas é muito diferente quando estamos falando de analisar e dar manutenção em códigos escritos há mais tempo. Isso porque para um mesmo problema, existem várias formas de resolvê-lo &#8211; e a IA nem sempre entende como um problema foi resolvido por outro programador em um código legado &#8211; coisa que um programador experiente conseguiria.</p>
<p><strong>4</strong>. IA copiando código de IA: um problema a médio e longo prazo. A IA tem como base de dados as informações da internet, inclusive as próprias soluções de código. Porém, com o aumento de códigos feitos por IA na internet, ela passa a absorver o próprio código gerado por outras IAs(que como já falamos, contém erros ainda). Isso curiosamente faz a máquina absorver códigos inconsistentes e entender aquilo como certo, fazendo as coisas serem exatamente o oposto do que deveriam ser. Adicione a isso o fato de que pesquisadores da Dinamarca sugerem que 99% da internet será composta por conteúdo gerado por IA até 2030. Resultado? Experimentos publicados na revista Nature em julho de 2024 mostram que quando as IAs apelam para o &#8216;canibalismo&#8217;, ous eja, consumir conteúdos criados por outras IAs, elas tendem a gerar mais distorções a cada interação com esse conteúdo. No estudo, eles pediram para a IA criar um texto sobre arquitetura na Idade Média. Depois, foram pedindo para o modelo seguinte de IA falar sobre o mesmo assunto mas com base no texto do modelo anterior. No nono modelo, o texto já não fazia sentido algum. Imagine isso orientado para programação!</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>E o futuro?</strong></h2>
<p>Por fim, acreditamos que a IA deve ser usada mais como uma ferramenta do que como um &#8216;programador disponível 24hs&#8217;. É inútil negar que a IA veio pra ficar e está revolucionando o modo como trabalhamos e vivemos, porém, conforme explicado acima, ainda está longe de ser um agente completo &#8211; que imagina, arquiteta, se relaciona, pensa, considera aspectos externos, entrega e mantém soluções tecnológicas.</p>
<p>Além disso, com a quantidade de &#8216;código ruim&#8217; posto no ar sem revisão e bom senso, a demanda dos programadores e engenheiros de software só irá aumentar nos próximos anos &#8211; a fim de consertar o que de ruim foi gerado pelo uso errado da IA.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 class="" data-start="4310" data-end="4322"><strong>Vamos desenvolver sua solução?</strong></h2>
<p class="" data-start="4684" data-end="4814"><strong>A AGT Online é especialista no desenvolvimento de <a href="https://agtonline.com.br/desenvolvimento-de-sistemas/">soluções personalizadas para o seu negócio</a>.</strong></p>
<p class="" data-start="4684" data-end="4814">Fale conosco caso tenha <strong>interesse</strong> em<strong> desenvolver uma solução para o seu negócio &#8211; pensada por humanos e eventualmente elaborada com ajuda da IA.</strong></p>
<p data-start="4684" data-end="4814">&#8212;</p>
<p data-start="4684" data-end="4814"><strong>Fontes:</strong></p>
<ul>
<li data-start="4684" data-end="4814"><a href="https://www.linkedin.com/pulse/f%C3%A1bricas-lights-out-factories-na-china-o-salto-da-40-maximiliano-p0asf/" target="_blank" rel="noopener">Linkedin</a></li>
<li data-start="4684" data-end="4814"><a href="https://www.contacta.com.br/blog/conheca-os-perigos-do-uso-de-ia-no-processo-de-desenvolvimento-de-aplicacoes#:~:text=Al%C3%A9m%20disso%2C%20c%C3%B3digos%20gerados%20pela,%C3%A9%20fundamental%20para%20evitar%20viola%C3%A7%C3%B5es." target="_blank" rel="noopener">Contacta</a></li>
<li data-start="4684" data-end="4814"><a href="https://blog.gitguardian.com/yes-github-copilot-can-leak-secrets/" target="_blank" rel="noopener">Git Guardian</a></li>
<li data-start="4684" data-end="4814"><a href="https://canaltech.com.br/inovacao/em-breve-99-da-web-sera-gerada-por-ia-apontam-pesquisadores-210287/" target="_blank" rel="noopener">Canaltech</a></li>
<li data-start="4684" data-end="4814"><a href="https://www.nature.com/articles/s41586-024-07566-y" target="_blank" rel="noopener">Nature</a></li>
</ul>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fim dos cookies de terceiros: o que muda com essa medida do Google</title>
		<link>https://agtonline.com.br/fim-dos-cookies-de-terceiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[adm_agt_@]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 May 2024 13:45:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Web]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas]]></category>
		<category><![CDATA[Sites]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Cookies]]></category>
		<category><![CDATA[Privacidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://agtonline.com.br/?p=9478</guid>

					<description><![CDATA[<p>O fim dos cookies de terceiros, anunciado pela Google, já está em prática desde o início de 2024. Saiba mais sobre essa medida.   Desde...</p>
<p>O post <a href="https://agtonline.com.br/fim-dos-cookies-de-terceiros/">Fim dos cookies de terceiros: o que muda com essa medida do Google</a> apareceu primeiro em <a href="https://agtonline.com.br">AGT Online</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O fim dos cookies de terceiros, anunciado pela Google, já está em prática desde o início de 2024. Saiba mais sobre essa medida.  </strong></p>
<p>Desde 2021, o Google já divulgava a intenção de desativar os cookies de terceiros, adotados pelas organizações em seus sites, sejam eles e-commerce ou não.</p>
<p>A decisão foi colocada em prática no início deste ano. Se você quer entender mais sobre o assunto, nosso time especialistas preparou este artigo.</p>
<p>Acompanhe!</p>
<div>
<p><strong>Navegue pelo índice</strong></p>
<ul class="etapas-blog">
<li><a href="#cookies-1">Para que servem os cookies? </a></li>
<li><a href="#cookies-2">Por que a Google vai desativar os cookies de terceiros?  </a></li>
<li><a href="#cookies-3">Como o bloqueio dos cookies acontecerá na prática? </a></li>
<li><a href="#cookies-4">Como manter a captação de dados nos sites sem os cookies?  </a></li>
<li><a href="#cookies-5">Como as pessoas empreendedoras podem se preparar? </a></li>
</ul>
</div>
<h2 id="cookies-1"><strong>Para que servem os cookies?</strong></h2>
<p>O fim da captação dos cookies de terceiros já era anunciado pela Google desde 2021.</p>
<p>De modo geral, os cookies podem ser entendidos como pequenos arquivos de texto que ficam armazenados no computador sempre que alguém visita um site.</p>
<p>Para avisar que a prática ocorre, é comum observar, ao navegar pelo site em questão, uma janela avisando sobre eles, que podem ser coletados de forma integral ou parcial.</p>
<p>O uso dos cookies geralmente serve para lembrar as preferências da pessoa ao acessar aquele espaço digital.<br />
Pode ser o idioma selecionado ao navegar ou a localização do indivíduo, além de informações de login, quando for o caso.</p>
<p>Serve, portanto, para agilizar os acessos todas as vezes que a pessoa voltar a visitar determinado site.</p>
<p>Porém, aqui reside o grande X da questão: ao armazenar essas informações, as organizações podem ferir a privacidade de quem usa.</p>
<h3><strong>Origem dos cookies</strong></h3>
<p>Não é de hoje que os cookies são utilizados na World Wide Web (WWW) — que, por sua vez, é usada para acessar uma infinidade de sites.</p>
<p>Desde a década de 1990 o recurso é empregado para, inicialmente, melhorar a experiência de pessoas usuárias. No entanto, para as empresas, tem outra função bastante valiosa.</p>
<p>Os cookies são usados para coletar informações sobre o comportamento de visitantes na web. Por exemplo, ao clicar no anúncio de um produto, essa informação fica armazenada.</p>
<p>É por isso que acaba sendo comum ver o mesmo tipo de anúncio ou produtos e serviços parecidos em outros sites.</p>
<p>Entretanto, as organizações não explicavam direito de que forma esses dados eram armazenados e usados. Por exemplo, se eram comercializados para terceiros.</p>
<p>Isso fere políticas de privacidade, bem como o anonimato da pessoa.</p>
<h3><strong>Tipos de cookies</strong></h3>
<p><strong>De modo geral, existem duas modalidades de cookies.</strong></p>
<p>Um deles são os <strong>cookies primário</strong>s — também conhecidos como <em>first-party cookies</em> —, armazenados pelo próprio site que a pessoa acessa. São os casos de itens deixados em um carrinho de compras ou o idioma selecionado.</p>
<p>A <strong>segunda modalidade</strong> são os <strong>cookies de terceiros</strong>, os <em>third-party cookies</em>. Nesse caso, a parte de armazenamento fica a cargo de uma organização terceirizada, que age em prol de diferentes empresas.</p>
<p>No fim das contas, a intenção é fazer o cruzamento de informações. <a href="https://www.locaweb.com.br/blog/temas/como-vender-mais/como-usar-chatbots/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Chats</a> e curtidas em posts são exemplos disso. E é justamente esse tipo de informação armazenada que a Google busca neutralizar.</p>
<h2 id="cookies-2"><strong>Por que a Google vai desativar os cookies de terceiros?</strong></h2>
<p>Em 2021, a Google anunciou a intenção de desativar os cookies de terceiros quando alguém utilizasse o Google Chrome.</p>
<p>A medida foi tomada, especialmente,<strong> para tentar proteger a privacidade de quem utiliza os sites.</strong></p>
<p>A Google defendia o uso de uma segunda ferramenta, o Aprendizado Federado ou Federated Learning of Cohorts (FLoC).</p>
<p>Essa tecnologia faz parte da iniciativa Privacy Sandbox, que visa fornecer uma alternativa aos cookies de terceiros.</p>
<h2 id="cookies-3"><strong>Como o bloqueio dos cookies acontecerá na prática?</strong></h2>
<p>Em vez de rastrear e coletar informações em nível individual, o que os navegadores e as organizações passam a ter acesso é a dados agrupados.</p>
<p>Dessa forma, os interesses são vistos como comuns em grandes grupos, permitindo que as empresas direcionem anúncios de acordo com as preferências de um conjunto de pessoas, sem identificar quem usa o site.</p>
<p>Assim, usuários individuais permanecerão anônimos e, teoricamente, com maior controle sobre quem utiliza os seus dados.</p>
<p>Big techs como Google pretendem, com a medida, proteger as informações e privacidades de pessoas usuárias no geral.</p>
<p>A medida será viável a partir do uso de uma Application Programming Interface ou Interface de Programação de Aplicação, chamada de API de Topic.</p>
<p>Basicamente, o histórico de acessos permanece anônimo e apenas os interesses por trás deles podem ser observados pelos sites, sem identificar a pessoa.</p>
<p>Esse meio-termo encontrado pela Google — que também contará com o auxílio de outros publicadores e buscadores para dar andamento à proposta — visa defender um bloqueio parcial dos cookies.</p>
<p>Isso porque o impedimento total poderia prejudicar a maneira como as pessoas conhecem e navegam na internet atualmente.</p>
<p>Mas tudo vai ocorrer de forma gradual. Na fase inicial do bloqueio, apenas 1% de quem usa, selecionados de modo aleatório, não terá seus cookies coletados por parte das organizações.</p>
<p>E a Google promete avisar a pessoa de que ela está passando por essa nova experiência de navegação.</p>
<p>Dessa forma, empresas terão um tempo hábil para se adequar e encontrar outras maneiras de ter acesso aos dados de quem usa seus sites, produtos e serviços.<br />
Se o site visitado não puder ser apresentado por apenas funcionar mediante cookies de terceiros, o navegador exibirá uma janela com um aviso. Assim, a pessoa decide se cede suas informações ou não.</p>
<h2 id="cookies-4"><strong>Como manter a captação de dados nos sites sem os cookies?</strong></h2>
<p>A coleta de informações sobre o comportamento da pessoa usuária pode, sim, ser feita sem o apoio de cookies. Existem formas de solicitar o consentimento de quem navega pelo site.</p>
<p>Os pop-ups que surgem na tela assim que alguém acessa uma página são exemplos disso. E, de certo modo, a medida está de acordo com os preceitos estabelecidos em legislações como a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).</p>
<p>A organização pode mostrar que essa medida é adotada para observar a proteção à privacidade do usuário, ao ter optado por não oferecer cookies no site. Isso tende, indiretamente, a aumentar a confiança do público em relação à marca.</p>
<h2 id="cookies-5"><strong>Como as pessoas empreendedoras podem se preparar?</strong></h2>
<p>Formulários são uma alternativa para pessoas empreendedoras captarem informações, sem necessitar de cookies para isso.</p>
<p>Além de informar sobre a coleta ou usar formulários, existem outras alternativas interessantes.</p>
<p>Elas também servem para aumentar a autoridade da marca e focar em branding. Saiba mais a seguir.</p>
<h3><strong>Aposte no marketing de conteúdo</strong></h3>
<p>Suponhamos que você revenda roupas de ginástica. Atualmente, é grande o número de pessoas interessadas em investir em uma vida mais saudável.</p>
<p>E, especialmente no caso das mulheres, são muitas as que se preocupam com a qualidade das peças que vão vestir na academia ou para correr ao ar livre.</p>
<p>Assim, que tal investir em uma newsletter sobre dicas fitness e looks esportivos que são tendências?</p>
<p>Ao mostrar que, mais do que vender roupas, você entende do assunto, é possível gerar identificação do público com sua marca.</p>
<p>Isso porque o consumidor entenderá que a empresa tem valor agregado e se preocupa com a questão.</p>
<p>Logo, ao estimular que a pessoa consumidora assine a newsletter, é possível solicitar dados que podem ser usados para entender o comportamento desse lead.</p>
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<p><strong>Fonte adaptada de:</strong> <a href="https://www.locaweb.com.br/blog/temas/de-olho-no-digital/cookies-de-terceiros/" target="_blank" rel="noopener">Locaweb</a></p>
<p>O post <a href="https://agtonline.com.br/fim-dos-cookies-de-terceiros/">Fim dos cookies de terceiros: o que muda com essa medida do Google</a> apareceu primeiro em <a href="https://agtonline.com.br">AGT Online</a>.</p>
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